sábado, 26 de fevereiro de 2011

Não pesa que vivas, ou ames

Não pesa que vivas, ou ames
Em torno do simples atraso
Oh, que alegrias infames
Essas do mero acaso.

Que a sorte nos fez loucos
Desfaz o chão ao olhar
Não ames, então, aos poucos
Fá-lo a multiplicar.

Nos cúmplices e soltos tempos
Deixa rezar a quem o quer
Qual sorte, doces momentos
Do açúcar de viver.

Ricardo Costa

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